Manutenção corretiva: VILÃ quando mal aplicada, ALIADA quando sabiamente pensada.
Antes de sair excomungando a Manutenção Corretiva como se fosse um erro de projeto, vamos entender o contexto.
Ela pode SIM ser interessante… quando aplicada conscientemente em ativos não críticos, com foco na técnica de gestão (RTF – Run to Failure), ou seja, se o equipamento não comprometer segurança, o meio ambiente, a produção ou a qualidade, posso deixá-lo funcionar até falhar e estar preparado para esse evento.
É como escolher não trocar a lâmpada da área de serviço até ela queimar, o impacto é mínimo, o custo de manutenção é baixíssimo e a produtividade da equipe é preservada.
Quer outro exemplo? Um equipamento que tem reserva, que esteja instalado em local de difícil acesso, com baixo custo de substituição.
Acredite: (dependendo da situação) você não vai querer ficar tirando uma bomba submersível de uma ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) somente para inspecionar. Talvez o seu modelo de gestão prefira ter uma bomba reserva, devidamente preparada para ser instalada em poucos minutos, caso ocorra uma falha na bomba que está instalada.
Mas calma lá: usar essa abordagem de forma generalizada, sem entender o perfil do ativo, é um convite ao caos operacional. Aí vira “gestão por ansiedade”, não por estratégia.
E aí vem a pergunta que incomoda muita gente: sua empresa sabe diferenciar o que pode falhar sem causar impacto… ou tudo é tratado com o mesmo peso e urgência?
Me conta aqui nos comentários se você já viu algum caso em que a corretiva foi mais vantajosa que a preventiva? Qual equipamento você acredita que pode receber o tratamento corretivo como estratégia?
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